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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Ações contra o benzeno nos refrigerantes
Investigação do Ministério Público Federal a partir dos testes feitos
pela PROTESTE quer evitar substância cancerígena nas bebidas.
Como resultado dos testes realizados pela PROTESTE com
refrigerantes que apresentaram benzeno, o Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento começará a analisar a presença dessa
substância potencialmente cancerígena em refrigerantes.
O Ministério Público Federal determinou a realização dessas análises
a partir da atuação da Associação que detectou em dois de 24
refrigerantes analisados concentrações acima dos limites aceitáveis para
o consumo humano. Mas em sete deles foram encontrados a substância.
Atualmente não há testes oficiais para detectar o benzeno nas
bebidas, tampouco limites estabelecidos na legislação - uma resolução
da Agência Nacional de Vigilância Sanitária de 2007 normatiza apenas os
níveis de ácido benzoico (que, junto com o ácido ascórbico, se
transforma em benzeno).
O ministério, que registra e fiscaliza os alimentos no país, afirmou
que está desenvolvendo em sua rede oficial de laboratórios uma
metodologia de análise para detecção da substância em refrigerantes.A perspectiva é iniciar os trabalhos de validação do processo em
2010, mas ainda não há data para a implantação das análises de forma
sistemática. A Anvisa informa que não há previsão de edição de
resolução sobre o benzeno.
O benzeno é resultado da reação dos ácidos benzoico e ascórbico
(vitamina C) e está relacionado ao desenvolvimento de câncer. A
substância foi encontrada em sete dos 24 produtos testados. Dois deles
(Sukita Zero e Fanta Laranja Light) apresentaram concentrações acima
dos limites aceitáveis para serem considerados próprios para consumo.
Fernando de Almeida Martins, procurador da República em Minas
Gerais, enviará ofício a Brasília para a realização do novo teste, cujo
resultado será anexado ao inquérito civil público aberto em agosto. O
procedimento laboratorial deve ser solicitado a uma universidade ou
órgão competente.
"Queremos confirmar os indícios trazidos pela PRO TESTE", afirmou o
procurador. Se isso ocorrer, o MPF poderá ingressar na Justiça com uma
ação civil pública ou tentar um acordo com os fabricantes para ajustes e
substituições nos processos de fabricação. "Vamos agir pelo princípio
da prevenção. Atuaremos para que refrigerantes com níveis altos de
benzeno não estejam mais no mercado. Não aguardaremos a Anvisa ou o
Ministério da Agricultura, que poderão ter iniciativas paralelas."
Além da Sukita Zero e da Fanta Laranja Light, apresentaram benzeno
as bebidas Fanta Laranja, Sprite Zero, Sukita, Dolly Guaraná e Dolly
Guaraná Diet.A Anvisa - cuja resolução de 2007 libera o uso de ácido benzoico em
até 0,05 g por 100 ml- e o ministério ,que registra e fiscaliza os
alimentos no país, além das empresas Coca-Cola, Ambev e Dolly, foram
notificados para prestar esclarecimentos sobre o benzeno e também sobre
a presença de corantes artificiais como o amarelo tartrazina
--relacionado a alergias-- e o amarelo crepúsculo --ligado a
hiperatividade em crianças. Ambos são permitidos no Brasil em pequenas
quantidades, mas já foram proibidos em outros países.
(Fonte:Pro-teste)MAIS UMA VEZ a respeito deste assunto REFORÇO A TODOS,PAREM de beber refrigerantes,você só ganhará com isso,livrando seu organismo de benzeno,conservantes,acidulantes,corantes,açúcar (muito açúcar)e assim evitará um futuro colapso no seu organismo!Vejam a reportagem abaixo.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Soja reduz níveis de colesterol
O efeito da soja na redução dos níveis
de colesterol depende da quantidade de isoflavonas - estrógenos
vegetais – que ela possui, conforme estudo publicado em
Archives of Internal Medicine.Soja com grandes quantidades de isoflavonas reduz
drasticamente o colesterol. Além disso, a soja que teve
suas isoflavonas extraídas, bem como aquela com baixos
teores desta substância, não promove redução
dos níveis de colesterol.
O estudo, realizado por John R. Crouse, durou nove semanas, nas quais quatro grupos de pacientes ingeriram proteína de soja contendo quatro quantidades diferentes de isoflavonas, entre 3 e 62 miligramas. Aqueles que ingeriram os 62 mg apresentaram maiores reduções dos níveis de LDL ("mau" colesterol).
Foram observadas evidências daquilo que os médicos
denominam "relação dose-resposta":
conforme o aumento da quantidade de isoflavonas, maior o
efeito de diminuição do colesterol. Entre as
mulheres participantes do estudo, observou-se redução
da pressão sangüínea proporcional ao
aumento da concentração de isoflavonas.
Pessoas de países asiáticos consomem 30 a 50
vezes mais soja do que aquelas de países ocidentais.
Naqueles países, as pessoas apresentam menor prevalência
de câncer uterino e de mama, bem como de doenças
cardiovasculares. Isoflavonas são encontradas na urina
de asiáticos em quantidades em torno de mil vezes maior
do que aquela encontrada na urina de populações
americanas. Esses compostos têm grandes chances de serem
os responsáveis pelos efeitos cardioprotetores da soja
devido a suas semelhanças químicas e biológicas
ao estrógenos mamários.
A forma pela qual as isoflavonas agem ainda é um mistério.
Existem algumas evidências de que necessitam da proteína
da soja para reduzir o colesterol, pois outras pesquisas já
demonstraram que as isoflavonas, sozinhas, não são
capazes de fazê-lo.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Pesquisa revela baixo teor de nutrientes na alimentação do brasileiro
O brasileiro combina uma dieta tradicional, baseada no
arroz e feijão, com alimentos compostos por baixo teor de nutrientes e
alto conteúdo calórico. Aliado ao crescente consumo de refrigerantes e
refrescos, está a ingestão reduzida de frutas, verduras e legumes. Esse
retrato, um alerta sobre o perfil da alimentação no país, consta na
Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, módulo "Consumo
Alimentar Individual", financiado pelo Ministério da Saúde e conduzido
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados
foram apresentados na última quinta-feira (28), no Rio de Janeiro.
De acordo com as informações da POF, apesar de haver uma ingestão satisfatória de proteínas, a prevalência de consumo excessivo de açúcares foi observada em 61% da população, já a de gorduras saturadas, em 82% das pessoas. O consumo insuficiente de fibras foi observado em 68% dos brasileiros.
"Esse padrão alimentar da população brasileira é mais preocupante ainda entre os adolescentes, que apresentaram um perfil com baixo teor nutricional, o que pode trazer consequências no futuro como o aumento do excesso de peso, obesidade e doenças crônicas", alerta a coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime. Por outro lado, o maior consumo de feijão, arroz e salada crua foi observado entre idosos.
Com amostragem de 13,5 mil domicílios, a POF foi realizada com base em análises de medidas no consumo alimentar individual de pessoas com 10 anos ou mais de idade. Essa é a primeira vez que a pesquisa colhe as informações de alimentação e quantidades consumidas em dois dias não consecutivos da vida do entrevistado. Nessa análise, foi considerado tanto a alimentação em casa quanto fora da residência.
O estudo avalia indicadores como o consumo de sal, açúcar e micronutrientes, a partir de alimentos considerados positivos e negativos da dieta. Entre os positivos estão frutas, legumes, peixes, arroz, feijão, fibras e laticínios. Já entre os negativos estão biscoitos recheados, pizzas, salgadinhos industrializados, refrigerantes e refrescos adoçados.
"A população brasileira vem se alimentando de forma inadequada, com alto consumo de alimentos ricos em energia. Por outro lado, há consumo insuficiente de alimentos protetores, como frutas, verduras, legumes e grãos integrais", analisa a Patrícia.
De acordo com as informações da POF, apesar de haver uma ingestão satisfatória de proteínas, a prevalência de consumo excessivo de açúcares foi observada em 61% da população, já a de gorduras saturadas, em 82% das pessoas. O consumo insuficiente de fibras foi observado em 68% dos brasileiros.
"Esse padrão alimentar da população brasileira é mais preocupante ainda entre os adolescentes, que apresentaram um perfil com baixo teor nutricional, o que pode trazer consequências no futuro como o aumento do excesso de peso, obesidade e doenças crônicas", alerta a coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime. Por outro lado, o maior consumo de feijão, arroz e salada crua foi observado entre idosos.
Com amostragem de 13,5 mil domicílios, a POF foi realizada com base em análises de medidas no consumo alimentar individual de pessoas com 10 anos ou mais de idade. Essa é a primeira vez que a pesquisa colhe as informações de alimentação e quantidades consumidas em dois dias não consecutivos da vida do entrevistado. Nessa análise, foi considerado tanto a alimentação em casa quanto fora da residência.
O estudo avalia indicadores como o consumo de sal, açúcar e micronutrientes, a partir de alimentos considerados positivos e negativos da dieta. Entre os positivos estão frutas, legumes, peixes, arroz, feijão, fibras e laticínios. Já entre os negativos estão biscoitos recheados, pizzas, salgadinhos industrializados, refrigerantes e refrescos adoçados.
"A população brasileira vem se alimentando de forma inadequada, com alto consumo de alimentos ricos em energia. Por outro lado, há consumo insuficiente de alimentos protetores, como frutas, verduras, legumes e grãos integrais", analisa a Patrícia.
fonte: Ministério da Saúde
domingo, 14 de agosto de 2011
Relembrando a Pirâmide Alimentar
A Pirâmide Alimentar é uma representação gráfica
de oito grupos de alimentos. Está baseada no fato de que cada um dos
grupos fornece diferentes nutrientes que devem ser consumidos
diariamente e de que uma alimentação balanceada considera o consumo de
porções de alimentos pertencentes aos diferentes grupos.Ela deve ser utilizada como instrumento para orientação nutricional,
respeitando-se os hábitos alimentares de uma pessoa ou de um grupo de
pessoas, independente da região onde vivam.
- Grupo dos cereais, pães, raízes, tubérculos e massas
É a base da pirâmide. São alimentos ricos em carboidratos e a principal fonte das energias que necessitamos.
- Grupo das hortaliças e verduras
O segundo grupo é formado pelos alimentos chamados reguladores, ricos em vitaminas, sais minerais, fibras e água.
- Grupo das frutas
A mais importante função deste grupo é fornecer vitaminas, sais
minerais, fibras e água, nutrientes essenciais para proteção da saúde e
diminuição dos riscos de desenvolver doenças crônicas.
- Grupo dos leites e derivados
Neste grupo estão os alimentos ricos em cálcio, responsáveis pela
saúde dos ossos e fontes de proteína. Entre os produtos deste grupo, é
importante escolher os alimentos com menor quantidade de gordura.
- Grupo das carnes e ovos
Alimentos construtores ricos em proteínas e cálcio também possuem
gorduras e colesterol, além de ferro e zinco. Ao preparar as carnes,
prefira as assadas, cozidas ou grelhadas.
- Grupo das leguminosas
Sua principal função é fornecer proteínas de origem vegetal, gorduras
insaturadas, vitaminas e minerais com funções antioxidantes. O consumo
desse grupo de alimentos, nas proporções recomendadas, proporciona
calorias por meio do colesterol bom, sem prejudicar a saúde, além de
proteínas específicas, como a Isoflavona, que é encontrada na soja e
ajuda a prevenir algumas doenças.
- Grupo dos óleos e gorduras
Este grupo é constituído por alimentos energéticos, ricos em calorias
e colesterol; são importantes por transportarem as vitaminas A, D, E,
K. Mas devem ser consumidos em pequenas quantidades e deve-se dar
preferência às gorduras de origem vegetal.
- Grupo dos açúcares e doces
Os açúcares são fontes de energia, que provêem muitas calorias e
poucos nutrientes. Devem ser consumidos com moderação, pois, em excesso,
aumentam o risco de obesidade e outras doenças crônicas não
transmissíveis, como a diabetes.
É importante que a Pirâmide Alimentar seja sempre avaliada e adaptada
em função dos objetivos a que se destina e respeite, ao balancear as
refeições, a disponibilidade de alimentos, os hábitos alimentares
regionais, mas principalmente a orientação médica para aqueles que
possuem algum tipo de restrição alimentar. Neste caso, somente um
profissional estará habilitado a restringir ou aumentar as porções
consideradas ideais.
Combinando uma alimentação equilibrada a um peso saudável e
exercícios moderados, sempre indicados por um profissional de saúde, o
seu corpo irá agradecer!
(Fonte:sodexoviverbem.com.br)
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