terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Dica: Suco de Limão com Hortelã

   Suco simples e rápido de fazer, refrescante pra aguentar esse clima! O limão por ser rico em vitamina C ajudará a manter a imunidade em dia, além de ser antioxidante há estudos científicos que comprovam que o limão ajuda a reduzir a pressão arterial, a combinação desses dois elementos são incríveis porque ambos tem qualidades desintoxicantes,e digestivas e o sabor é ímpar.Recomendo!Utilizei 3 limões médios, 2 copos de água gelada (250ml), 5 cubos de gelo,aproximadamente 8 folhinhas de hortelã,e 1 colher de sopa de açúcar.
                       
  • Lave bem as folhas da hortelã e os limões;
  • Descasque os limões;(com a casca teria que coar o que levaria mais tempo e o suco teria que ser consumido no exato momento!)
  • Coloque a água e os cubos de gelo;
  • Após bater no liquidificador já está pronto! Não é necessário coar, simples e delicioso! :) 










quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Breve história: As vitaminas


     Desde a Antiguidade que se sabe que ingerir este ou aquele alimento ajuda a curar certas doenças.Só mais recentemente se descobriu que é às vitaminas que se devem muitas ações de regulação, fundamentais para o nosso metabolismo.
  No entanto, os antigos Egípcios já sabiam que a cegueira noturna se combatia dando fígado aos doentes – ou pondo compressas de fígado sobre os olhos. Há dois mil anos, o famoso médico grego Hipócrates já recomendava a ingestão de fígado para tratar a cegueira noturna. Em 1913, num estudo experimental , foi descrito que animais com xeroftalmia (secura dos olhos) a curavam comendo gema de ovo, leite, manteiga e óleo de fígado de bacalhau. Na guerra mundial de 1914 a 1918, a xeroftalmia era causada pela falta de manteiga na alimentação.A descoberta das propriedades "curativas" de certos alimentos ocorria (tal como hoje) quando se via que, comendo um determinado alimento, os sintomas (os sinais) da doença desapareciam.
      Isso acontecia com doenças que afectavam os olhos, que melhoravam comendo fígado (que tem muita vitamina A), com o escorbuto, cujo aparecimento era prevenido pelo consumo de citrinos (que têm muita vitamina C). Esta última descoberta ocorreu já no século XVIII.A partir de 1880 que ficou provado, em vários casos, pela experiência, que comer arroz com casca ajudava a prevenir o beribéri e que esta era, portanto, uma doença nutricional.
     Em 1912, o bioquímico polaco Kazimierz Funk, ao isolar o elemento que o médico William Fletcher pressentira ser importante no arroz, decidiu chamar-lhe "vitamina" – composição de vita ("vida" em latim) e amina (um sufixo que designa o grupo químico das aminas que constituem, por exemplo,os aminoácidos).Mais tarde descobriu-se que nem todas as vitaminas são "aminas", mas o nome ficou.
      A primeira vitamina a ser descrita foi a vitamina A. Mais tarde foi identificada a vitamina B, que se verificou ser composta por diversos elementos: assim surgiu o "complexo B", que agrupa as vitaminas B1, B2, B6, B12, ácido fólico, niacina, ácido pantotênico, entre outros.
     Há "antigas" vitaminas que deixaram de o ser, como sucedeu com a vitamina F, que se descobriu não ter na sua composição o grupo amina.Há também vitaminas que são mais conhecidas por outras designações, como o ácido fólico (em vez de vitamina M) ou a niacina (em vez de vitamina PP).
    Para rematar, lembramos que as vitaminas são absorvidas pelo nosso corpo, mas não são por ele produzidas, à exceção da vitamina D, que é sintetizada pelo organismo (a uma escala limitada), e das vitaminas B12 e K, que são sintetizadas (pela flora bacteriana) no intestino.A preparação dos alimentos, como a cozedura, o descascar (caso a caso, claro) fazem com que se percam vitaminas nos alimentos. A cozedura provoca perdas devido às altas temperaturas (sobretudo se houver ebulição) e o descascar proporciona a oxidação de alguns compostos.
      A vitamina C e as vitaminas do complexo B, por exemplo, que são hidrossolúveis (diluem-se em água), perdem-se pelo vapor ou pela própria água da cozedura. Um facto que vem reforçar o valor nutritivo da sopa.As vitaminas são sensíveis a alterações de calor, umidade, luz, presença de oxigênio e deficiências do armazenamento.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Anvisa estabelece redução de sódio em alguns alimentos

     A redução do consumo de sódio no Brasil é uma das estratégias do governo federal para o enfrentamento às doenças crônicas, como hipertensão arterial e doenças cardiovasculares. “Esta segunda etapa do acordo reforça o projeto conjunto entre governo e indústrias para respeitar a recomendação de consumo máximo da Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de menos de 5 gramas de sal diários por pessoa, até 2020”, considera o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

    A hipertensão arterial atinge 23,3% da população adulta brasileira (maiores de 18 anos), de acordo com o estudo Vigilância de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel/2010). Já as doenças cardiovasculares foram responsáveis por 319 mil óbitos em todo o país, em 2009.


PREOCUPAÇÃO – De acordo com dados do IBGE, o consumo individual de sal, apenas nos domicílios brasileiros, foi de 9,6 gramas diários, enquanto o consumo total foi estimado em aproximadamente 12g diários, o que representa mais do que o dobro do recomendado pela OMS. Esta pesquisa revelou, ainda, que mais de 70% dos brasileiros consomem mais do que 5g de sal ao dia (o equivalente a quatro colheres rasas de café), chegando este percentual a mais de 90%, no caso de adolescentes de 14 a 18 anos e adultos da zona urbana.

Os adolescentes brasileiros apresentaram consumo muito mais elevado de alimentos como salgadinhos (sete vezes maior), biscoitos recheados (perto de quatro vezes maior), biscoitos doces (mais de 2,5 vezes maior) e biscoitos salgados (50% maior) em relação aos adultos.

O acordo firmado pelo Ministério da Saúde inclui a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia), Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias (Abima), Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) e a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip).


MONITORAMENTO – Este segundo termo de compromisso também prevê o acompanhamento da utilização de sal e outros ingredientes com sódio pelas indústrias, de forma a assegurar o monitoramento da redução do sódio em alimentos processados. Assim, o acordo determina o acompanhamento das informações da rotulagem nutricional dos produtos e as análises laboratoriais de produtos coletados no mercado e da utilização dos ingredientes à base de sódio pelas indústrias. Além do Ministério da Saúde e das associações da indústria alimentícia, o acordo foi assinado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que ficará responsável por monitorar o cumprimento do acordo.

Veja o que estabelece o acordo para as sete categorias de alimentos:




Fonte: Agência Nacional de Vigilância Sanitária. http://portal.anvisa.gov.br